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Chega acusa PSD e PS de castigarem quem trabalha e quer menos Estado na economia

Data de publicação
14 Agosto 2024
14:36

Francisco Gomes, deputado madeirense do Chega na Assembleia da República, acredita que o atual governo da República, à semelhança do governo socialista de António Costa, não tem uma visão séria para o crescimento económico do país. Pelo contrário, o deputado do Chega acusa a atual liderança política nacional, assim como lideranças anteriores, de estar mais interessada em gerir a pobreza instalada em Portugal do que em criar oportunidades para a prosperidade dos cidadãos e das empresas.

No mesmo tom, o parlamentar eleito pelo círculo da Madeira argumenta que o PSD de Luís Montenegro, tal como os governos socialistas que o precederam, ainda não apresentou um programa claro e exequível a curto e médio prazo que inclua, entre outros aspetos que considera importantes, a descida significativa da carga fiscal, a captação de investimento estrangeiro, o estímulo à iniciativa privada, o combate à subsidiodependência, a diminuição da despesa pública, a valorização do setor primário e o reforço das exportações.

“Continuamos a ser um país que está mais interessado em gerir a pobreza e em distribuir migalhas por certas clientelas do que em gerar riqueza para os cidadãos e para as empresas. A lógica está toda errada porque o PSD e o PS preferem um país de salários mínimos a um país próspero.”

Francisco Gomes aponta que décadas de políticas económicas que vê como erradas têm conduzido à emigração jovem e à exploração da classe média, que acredita estar em vias de desaparecimento, caso o atual rumo não seja corrigido. A seu ver, o esforço da classe média e daqueles que trabalham não tem sido correspondido, pois o Estado não oferece serviços públicos de qualidade, sacrificando os cidadãos e agravando as condições de vida de quem trabalha.

“PSD e PS são cúmplices na destruição do país porque asfixiam a classe média e as empresas com impostos, que depois usam para distribuir, na forma de subsídios e apoios, a quem não quer trabalhar e a tantas fundações e instituições inúteis. Já quem trabalha, tem um sistema de Saúde indecente, um sistema de Ensino vendido à ideologia de Esquerda e um sistema fiscal desumano.”

Para corrigir esta situação, Francisco Gomes defende que são precisas mudanças profundas no sistema fiscal, na lei laboral, nos critérios de apoios públicos às instituições e no regime de subsídios públicos. Na sua ótica, o Estado tem a obrigação de respeitar o dinheiro que é ganho por quem trabalha, interferir menos na vida económica, reduzir a fiscalidade o máximo possível, estimular a contratação e apoiar apenas quem verdadeiramente precisa e as instituições que realmente contribuem para a sociedade.

“A grande diferença entre os partidos do regime e o Chega é exatamente o facto do Chega querer mais indústrias, mais negócios, mais iniciativa privada e um Estado que

não é só menos despesista, mas que reduz significativamente os impostos para que o dinheiro fique no bolso dos cidadãos. Queremos menos Estado para que os cidadãos e as empresas possam ser mais prósperos. É uma questão de bom senso e de justiça!”

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