A Madeira será sempre aquilo que os madeirenses quiserem. Chamada às urnas, a população decidiu, de forma massiva e inequívoca, atribuir ao PSD Madeira, uma vez mais, a responsabilidade de governar.
Responsabilidade esta manifestada por 62 mil madeirenses, 43,43% dos votantes, um resultado superior em mais de 13 mil votos ao alcançado em maio de 2024. O PSD reforçou assim o número de assentos no Parlamento Madeirense, com mais 4 deputados. O segundo partido mais votado ficou a mais do dobro de distância, a mais de 30 mil votos.
É uma vitória expressiva, que não deixa margem para qualquer tipo de dúvidas. E se esperança houvesse, por parte dos partidos que foram os promotores da instabilidade a que estas eleições colocam um fim definitivo, também os madeirenses demonstraram nas urnas que não há solução possível para governar à esquerda, quando os partidos da direita alcançam 28 deputados, contra os apenas 19 da soma do JPP e PS.
No rescaldo dos atos eleitorais há sempre leituras e interpretações para todos os gostos, mas neste caso em particular há uma convergência generalizada na certeza de que o destino da Região para os próximos quatro anos estará a cargo do PSD Madeira.
Garantiremos aquilo que sempre garantimos nestes 50 anos de autonomia: crescimento, desenvolvimento e estabilidade. Encaramos com humildade a demonstração de confiança que cada eleitor nos deu, sabendo que esperam de nós a continuidade das políticas públicas que tão bons resultados trazem à Madeira e ao Porto Santo e que se materializam na vida de cada um de nós.
A formação de um Governo capaz de liderar uma Região como a nossa é uma certeza com a qual as famílias, os trabalhadores e as empresas podem contar. Como também é uma certeza que, no futuro quadro parlamentar, haverá uma estabilidade que simultaneamente dará espaço e condições ao executivo regional para exercer as suas funções, mas também continuará, como sempre, a exercer as suas competências como órgão primeiro no poder autonómico, nomeadamente o papel de legislador atento e profícuo e de fiscalização proativa da ação governativa.
Os partidos, e cada um dos deputados, com assento na Assembleia Legislativa da Madeira terão a responsabilidade de saber entender a vontade expressa pela população nas urnas e compreender qual o seu papel, e sobretudo a forma, como o irão desempenhar. Os madeirenses assim o exigem.
A incapacidade de perceber esse papel, foi o que resultou numa catastrófica derrota do Partido Socialista, que se aliou à extrema-direita para causar a instabilidade que agora nos vemos livres. Um partido fundador da democracia no nosso país que agora se encontra “ligado às máquinas”, refém de um vazio ideológico, de ausência de propostas, com uma liderança decadente.
É precisamente o ciclo oposto ao que vive o nosso Partido Social-Democrata na Madeira. Este resultado é sintomático desta afirmação. De um partido que soube, na altura que mais era necessário, respeitar, apoiar e se unir em torno da liderança de Miguel Albuquerque, que liderará sem reservas o novo governo. Porque no PSD sempre entendemos, desde a primeira hora que a nossa causa é a Autonomia, que a nossa bandeira é a Madeira, que o nosso propósito é a melhoria do bem-estar e qualidade de vida de todos os nossos concidadãos.
Termino este texto agradecendo uma vez mais a confiança das pessoas, que honraremos o vosso voto, e que tudo faremos para continuarmos a trilhar um futuro mais próspero em prol do bem-comum.