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Artigo de Opinião

Conselheiro das Comunidades - África do Sul

31/10/2024 08:00

Não são raras as vezes que testemunhamos no meio político ou até fora dele que pessoas outrora aliadas e atualmente evidenciam-se sequestradas pelas suas ideologias se digladiam com pessoas de pensamentos ou simples pontos de vista de diferente arbítrio desaceitando a diferenciação de forma inconsciente ou conscientemente a respeitar as diferenças de “mestres do mesmo ofício” uma habilidade instintiva, peculiar, de passar facilmente à elucubração do diálogo.

Acarinhado no meio social e político onde se estanciou há algum tempo a esta parte, evidencia-se, com todo o fulgido após o abandono desrespeitoso das funções que acatou cumprir, cujo abandono poderá estar relacionado com falta de coragem para fazer face a desafios pouco aprazíveis.

Porém, falhada a missão de que mereceu desde início a sua aquiescência e para a qual foi incumbido, olvidou ainda que o desrespeito inegavelmente evidenciado viria a afetar amizades bons relacionamentos, os quais sofreram um pesado deterioramento culminando no seu infalível e total esbatimento.

Os estratagemas urdidos para permanecer na ribalta a qualquer custo visando os outros “mestres do mesmo ofício” são ações inaceitáveis porque são imbuídas de uma bem disfarçada manipulação psicológica com interesses pessoais que revelam sobretudo deslealdade além de outras práticas antiéticas.

Não é menos verdade que qualquer ser humano racional passa por constantes transformações e adaptações sendo suscetível de uma mudança de juízos, por vezes intrigantes, inexplicáveis e incoerentes deixando observar, facilmente, patéticos delírios interventivos comparáveis ao sabiá, um pássaro com um chilrear muito apreciado e que se distingue especialmente pelas multicores das suas penas.

Há que saber discernir entre a conveniência política e a política de conveniência, esta última nem sempre a mais desejável porque como é do conhecimento geral não espalha a afeição pretendida e arrasta efeitos funestos deveras inoportunos e antipatizados.

Uma missão truncada evidencia sempre uma profunda desgraciosidade e não augura bem a quem não honrou o seu compromisso, denigre a imagem e reputação fazendo perigar o alcance das suas próprias ambições e o efetivar de objetivos políticos relacionados com a representação futura da Diáspora Madeirense.

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